Sou aquilo que as minhas memórias me deixem ser...fraca, vulnerável, de olhar cabisbaixo...
Sinto tudo com um sentir que se apodera da razão...
Hoje...
Não consigo ver o horizonte, apenas uma dor encurralada num caminho sem saída...
O peso das emoções é demasiado, estou invadida pela cansaço e com um caminho tão longo pela frente...
Hoje...
Sou uma trapezista de circo...a percorrer uma corda bamba...não posso voltar atrás...não posso parar...tenho que chegar ao fim...fingir um sorriso e esperar pelos aplausos.

